
Quem acompanhou a trajetória de Bruna Lombardi como um dos grandes símbolos sexuais que o Brasil já teve pode achar bem estranha a declaração que a atriz deu durante uma entrevista para a revista Marie Claire. A atriz revelou que não fazia sucesso com os homens durante a adolescência e que não era nada vaidosa na juventude.
“Eu não fazia sucesso com os meninos. Era muito moleca, não me vestia charmosa, era do jeans furado, subia em árvore, toda ‘mano’. Desde pequena eu tinha um lado que queria sumir. Odiava aparecer e era zero vaidosa. Toda menina queria ser manequim e eu não. Mas fui”, contou Bruna.
Aos 58 anos, a atriz também falou sobre a sua relação com os sinais do tempo:
“Ou a gente morre jovem ou aceita envelhecer. Gostaria de ter menos rugas, mas estou aprendendo a conviver com elas”, revelou.
Surpreendente, não?
Fonte e foto: UOL Celebridades

Gilberto Braga, autor de Paraíso Tropical em 2007, da Globo, criticou o trabalho de Alessandra Negrini no papel das gêmeas Taís e Paula. Ele participou da série Depoimentos para a posteridade, do Museu da Imagem do Som, ontem, no Rio.
“Paraíso teria Cláudia Abreu no papel das gêmeas. Queria ver a Laura, de Celebridade, irmã da Vitória (Cláudia em Belíssima). Mas a Cacau engravidou e nós pensamos na Alessandra Negrini. Mas ela não é a Cláudia Abreu. Ela foi competente, mas foi um pouco demais, não tem a empatia da Cláudia”, disse.
“Tanto é que todos os prêmios quem ganhou foi a Camila Pitanga (a Bebel). Se Cláudia tivesse feito as gêmeas, todos os prêmios seriam dela”, criticou ele, ao lado de Fernanda Montenegro, e dos também entrevistadores Dennis Carvalho (diretor), Sílvio de Abreu (autor), João Ximenes e Sérgio Marques (roteiristas).
Vera Fischer e Bruna Lombardi não escaparam das críticas de Gilberto Braga. Em Brilhante de 1981, ele percebeu que não trabalha bem com Vera. “Não tenho química com Vera Fischer. Ela me dá a impressão de que faz uma faxina muito bem”, solta.